sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Domingo com clássico, rock e vice-versa

Mais de 40 anos e em mais de 140 formações, a banda feita no Brasil só para tocar rock`n`roll, Made In Brazil, era promessa para mais um domingo de rock`n`roll e com shows na faixa. Assim, após um almoço delicioso partimos de trem para Santo André.

Ao chegar à praça da Prefeitura fiquei aliviada ao ver várias barraquinhas de frituras e cervejas. Pensei, pelo menos não será a mesma furada de Mogi, já que tinhamos esquecido de comprar isopor e cerveja no mercado.
Do outro lado, umas barraquinhas com vinis, porta discos e outros acessórios. A vitrola de R$ 35,00 cairia muito bem se eu tivesse grana na hora, mas tudo bem, já encontramos uma saída econômica de hora. A primeira barraquinah foi a que mais chamou atenção pelo nome e pela rara coleção de vinis brasileiros, com títulos como Lena Rios, Luiz Duarte, Stilo Set, Arnaldo Batista & Patrulha do Espaço, etc..mesmo com tanta qualidade o nome Mopho renderia alusões à banda alagoana.
Conversa pra cá, conversa pra lá, uma passagem de som juntou os tiozões e a galera presente, era o Made in Brazil. Depois de umas cervejas eis que o rock e o blues soou. Não lembro a música de abertura, talvez foi "Gasolina", mas não faltou rock com as clássicas "Paulicéia Desvairada", "Minha vida é o rock`n`roll" e Jack. O Estripador", entre outras.

Depois de 1h de rock outra missão estava por vir: a procura de um boteco para assistir o clássico CorinThians x São Paulo. Após 20 minutos caminhando, subindo e descendo ruas, achamos um boteco cheio de corinthianos e com Heineken a preço bacana. Perfeito.Sentamos e vimos o espetácvulo de bola e 3x0 que poderia ter sido uma goleada.

Final de segundo tempo e torcida cor de rosa, agora bege, vamos ao que interessa: o show do doido psicótico mais que loke e barbeiro, Tom Zé. Uma série de risos, cervejas e as clássicas "Augusta, Angela E Consolação", "Complexo de Epico"...No palco, subiram também Scandurra e Arnaldo Antunes.
Tom Zé encerrou o show numa pontualidade que irrita, nem um bis se quiser, mas tudo bem. De volta a estação de trem, a felicidade e o cansaço era aparente. O domingo se encerrava e a segundona já batia e alertava dores de cabeça e enxaqueca. Valeu a pena.
Ariane Cordeiro

domingo, 8 de agosto de 2010

Passeios...

Ontem, resolvemos sair para dar um passeio em sampa. Estava um dia agradabilíssimo, um dia belo, céu azul, o friozinho característico da capital paulista nos invernos, e resolvemos ir ao Parque da Aclimação da uma volta, um passeio gostoso e agradável a 15 minutos da minha casa. Respirar um pouco de ar puro, ver passaros, bichos e essas coisas não muito comuns em São Paulo.

Depois paramos para comer alguma coisa num bar que serve espetinhos deliciosos, e que por estar comemorando 8 anos de existência, estava vendendo a Bohemia por R$3,80... na verdade esse foi o motivo pelo qual entramos ali, mas nos deparamos com um excelente atendimento, cerveja gelada e uma ótima comida, e um cárdapio variado, com espetinhos de carnes bovinas, suinas e especiais,  o ponto fraco é a música, ao menos do meu ponto de vista, no momento que eu fiquei por lá, apenas tocou música sertaneja e eu bom, eu curto o velho e bom rock'n roll. O que eu gostei mais foi da Kafta, delicíosa. Vimos tb no cardapio uma kafta de Cordeiro, bom esse ficou pra próxima por conta da grana curta,  e além disso ainda passaaríamos na Festa de Ns. Senhora de Achirupita, ou seja ainda tínhamos que reservar um bom espaço no estômago. Para quem quiser dar uma conferida, o Espetinhos Aclimação, fica na Rua Braz Cubas, 356.

Ainda na tarde de ontem, como falei mas acima, fomos para a Festa de Achirupita, bem passeamos um pouco na Paulista, passamos na Casa das Rosas, e vimos que está rolando uma exposição sobre a Pagú, que vale muito apena dar uma olhada, a exposição em 3 atos, é um belo convite para conhecer além da Pagú, a bela estrutura da Casa das Rosas, os dois primeiros atos ficam no andar térreo e o terceiro ato no primeiro andar da casa.


Depois chegamos ao nosso penúltimo destino, o bairro do Bixiga, onde na rua 13 de Maio e adjacências, ocorre a tradicionalisma festa de Ns. Senhora de Achirupíta, ja na sua 84ª edição. ocorre durante todos os finais de semana de agosto. Lá podemos apreciar uma deliciosa Fogazza, pizzas, polentas, Fricazzas, linguiças na  brasa e na chapa, macarrão, antepastos, enfim... grandes delícias da culinária italiana... Recomendamos chegar bem, cedo, um pouco antes das 18 horas (hora do início da festa) e ja ir para a fila das Fogazzas, com certeza  a barraca mais disputada da festa. Comemos duas fogazzas, um sanduiche e línguiça na brasa com vinagrete, e uma pizza... Saímos de lá, voltando à Liberdade dizendo... na semana voltamos e comemos a fricazza, o spaghetti e Polenta à bolognesa.

E assim ficou o nosso passeio de sábado depois da volta da muchacha de salvador... e como viram, ela não foi nem ao O'malleys, nem ao restaurante lá do ultimo post sobre a liberdade... fomos mesmo foi para a Italianada no bixiga... e prometendo voltar na próxima semana... e aqui fico eu tentando descobrir o que fazer para ver o jogo do Timão, contra o menguinho, daqui a pouco...










quinta-feira, 29 de julho de 2010

Fast food japa na Liberdade

Eu queria ter um tempo maior para postar aqui. De dia passo o tempo inteiro escrevendo e acompanhando entrevistas, à noite, não uso a net quando não estou em casa; enfim, correria. O que me alegra é que semana que vem estarei, pelo menos, três dias acordando, recordo que infelizmente de baixo de chuva, em Salvador!
Hoje eu li no blog do Marcelo Katsuki, da Folha, sobre o restaurante Ebis e me impressionei! Olha o último post dele, simplesmente fantástico. No domingo passado, enquanto faziámos compras para o almoço eu e o Fabi paramos em frente e ai que vontade de entrar! É um dos restaurantes mais novos da Liberdade, fica ali na Galvão Bueno. Além de bunito, de aperência "segura" (pela limpeza) e ainda é uma exceção à minha regra: restuarante claro = caro.
O prato que me interessei foi o gydon, que não conhecia e simplesmente fiquei com água na boca. Parece muito a carne louca que minha mãe fazia quando eu era pequena. Como não comia pão eu colocava com arroz e ovo cru e mexia, maravilhoso, o ovo cozinha com o calor da carne e dá uma "liguinha", mesmo sem ter amido! (:
Bom, estou na mira do fechamento. Segue o link para acesso: http://marcelokatsuki.folha.blog.uol.com.br/
Sem dúvida será o segundo lugar que irei ao retornar de Salvador. O primeiro, óbvio, já é de lei...O`Malleys!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Que venha um novo mano ao Corinthians

Falar de Corinthians sem me alterar é uma tarefa árdua, porém necessária. Corinthiana desde os três anos de idade e torcedora da verdadeira bomboneira preta e branca chamada "Cohab José Bonifácio", presenciei ontem o melhor final possível para a era Mano Menezes: a vitória de 3x1 contra o Guarani.

O Corinthians marcou já com 2min do 1º tempo, um gol tipo Eno, alívio imediato. Empate e apreensão. Depois uma série de infelicidades, como: torcedor palmeirense enchendo o saco e bêbado falando merda no bar, gol do Guarani, a explusão do Dentinho e, no Engenhão, o Fluminense retomava a liderança do campeonato.

Mas o domingo era do novo treinador da Seleção Brasileira, que até pressionou a arbitragem para a expulsão do zagueiro Aílson. E com o segundo vermelho da noite, o Corinthians entrou na partida e Bruno César mostrou o porque é o nosso artilheiro: marcou duas vezes e garantiu a vitória. Para completar a alegria, no Engenhão, Edno, emprestado pelos corintianos, fez contra o Flu e devolveu a ponta ao clube com o qual tem contrato.

Mano Menezes teve uma despedida emocionante, ovacionado pela torcida e com direito a volta olímpica e reverências ao tobogã. Depois passou por um corredor formado pelos jogadores e foi embora para a Seleção. E agora, que venha Adílson Batista, o novo mano da Fiel.

terça-feira, 20 de julho de 2010


No último domingo, dia 18, mesmo que quase sabotados pelo Guia do Estadão, conseguimos assistir ao "O Som Nosso de Cada Dia". O show como o esperado foi sensacional. A participação especial do Manito só aumentou a potência e a vibração, fazendo com que a biblioteca, no bairro do Tatuapé, transmistisse a energia e o bom rock progressivo da banda dos anos 70.

Aliás, o show contempla uma homenagem especial ao grande Manito. Além do "O Som Nosso de Cada Dia" e o "The Jordans", no início de julho, Manito tocará no próximo domingo com o Mind Priority.
O show faz parte de um dos trabalhos atuais do músico fora do rock brasileiro. O estilo é o “Brazilian Jazz Fusion”, com repertório autoral que une ritmos brasileiros como baião, xote, samba e samba funk. A mistura de diversos ritmos é resultado das diferentes origens e etnias dos integrantes da banda. O resultado será outro domingo com o bom e velho Manito.